A vídeo-arbitragem, ou o vulgarmente conhecido árbitro de
vídeo, é composto por diversas câmeras que transmitem imagens para uma sala
isolada do campo de futebol. Os assistentes, assim, podem rever as jogadas –
estas podem ser solicitadas pelo árbitro ou serem comunicadas por eles mesmos
ao juiz da partida.
O VAR foi usado oficialmente pela primeira vez na Copa da
Rússia (2018), mas estreou no campeonato europeu no ano anterior. Segundo a FIFA, a nova ferramenta só pode interferir
em situações de “erros claros e óbvios” e pode ser solicitado apenas uma vez
para lances capitais da partida. A Copa do Brasil 2018 utilizou o recurso e a Sul-Americana também a partir das quartas de final.
Apesar da implementação do sistema de assistência em vídeo,
as polêmicas quanto aos lances ainda existem. No jogo do Brasil contra a Suíça,
por exemplo, o gol da seleção Suíça foi considerado irregular por muitos que
assistiram a partida; o árbitro validou o gol e não consultou o replay, mesmo
sendo permitido.
Sendo assim, apesar da nova tecnologia ajudar muitas das
vezes, como foi o caso do jogo entre a França e a Austrália – onde foram
definidos dois lances capitais favoráveis à seleção francesa -, não é sempre
que é bem vista, inclusive pelo custo de implementação; em fevereiro, diversos clubes vetaram o usa vídeo-arbitragem no Brasileirão, por conta dos valores elevados que cada time deveria investir. O objetivo do VAR, segundo a CBF, não é acabar com todos
os erros do futebol, mas sim com as injustiças que ocorrem no campo.
Fonte: Globo Esporte; Veja; Folha de S. Paulo; El País.
Fonte: Globo Esporte; Veja; Folha de S. Paulo; El País.
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