O governo do Presidente Trump é uma prova de que frases fortes, misóginas, xenófobas, que desvalorizam os direitos humanos e que muitos consideram radicais já não são impedimentos para chegar ao poder. No Brasil há quem o siga cegamente e idolatre suas palavras. É o caso de Jair Messias Bolsonaro, que venceu as últimas eleições presidenciais, sempre dando declarações pró-tortura, misóginas, homofóbicas, ferindo as minorias do nosso país, que já tanto sofrem diariamente.
Segundo matéria do site da rádio Renascença, Bolsonaro é considerado pelos opositores uma mistura do Presidente norte-americano Donald Trump com o filipino Rodrigo Duterte, este último, conhecido por encorajar os cidadãos a matarem toxicodependentes.
Nessas eleições ele aproveitou o grande descontentamento que os brasileiros têm com a classe política, apresentando-se como o “impoluto” que “não recebe propina”. E apesar de todas as polêmicas que o envolvem e o discurso inflamado que se gera a partir das suas “frases fortes”, Bolsonaro para uma grande maioria representa a figura de um herói e garante: “Eu não prego ódio, eu sou paz e amor.” E depois de ter ganhado as eleições ele realmente tem estado mais quieto. Mas o que significou sua vitória? Seria o fim da corrupção e misoginia em nosso país?
Mesmo com o país divido e sem saber no que acreditar, é importante sempre almejar uma melhora, mas com uma pessoa como essa no poder do país, que sempre incita o ódio as minorias, é difícil acreditar em uma melhora realmente significativa.