No dia 27 do mês passado, o jogador Daniel Corrêa Freitas foi assassinado e encontrado morto perto de uma estrada rural na Colônia Mergulhão, em São José dos Pinhas, na região de Curitiba. O crime aconteceu logo após a festa de 18 anos de Allana Brittes, filha do empresário que confessou o crime em seu depoimento. Daniel teve seu pescoço e órgão genital cortados.
A ação macabra de Edison Brittes seu deu por achar que o jogador teria tido relações sexuais com a sua mulher, sem o consentimento da mesma. No entanto, as investigações revelaram que não houve estupro contra Cristiana Brittes, evidenciando o caso conturbado e com inúmeras versões sem coerência referentes ao que a polícia vem apurando.
Com as mentiras citadas no depoimento, a família Brittes e as outras três pessoas (Ygor King, David Willian da Silva e Eduardo Henrique da Silva) foram presas e levadas ao presidio em Curitiba. O juiz enunciou que a família estava impondo as testemunhas para mentirem em seus depoimentos a polícia.
A mentira vigente no caso faz com que o histórico de Edison Brittes se evidenciasse diante dos fatos. O empresário foi indiciado por porte ilegal de arma em julho deste ano, em abril de 2015 foi teve um processo por adulteração de documento referente ao seu carro e no ano de 2005 respondeu por ameaça e crime contra a pessoa. Edison se mostra uma pessoa desequilibrada e capaz de cometer crimes oriundos como este.
Mediante os acontecimentos, é visível como a vida nos dias de hoje se tornou algo banal, em que as pessoas a retiram com enorme sangue frio. O pensamento de que o caso seja solucionado e que todas as pessoas envolvidas sejam condenas e paguem por este crime bárbaro.
Link: https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2018/11/13/caso-daniel-testemunha-diz-que-suspeito-ordenou-que-convidados-limpassem-sangue-na-casa-da-familia-brittes.ghtml
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