O jogador Daniel Corrêa foi encontrado morto próximo à cidade de São José dos
Pinhais, interior do Paraná, no dia 28 de outubro. O corpo do atleta de 24 anos,
com passagens por Cruzeiro, Botafogo, São Paulo e Coritiba, estava com o pescoço
degolado e o órgão sexual decepado. O empresário Edison Brittes, conhecido
como “Juninho Riqueza” assumiu a autoria do assassinato, mas advogados do
jogador e da família Brittes apresentam versões diferentes para o crime.
Edison Brittes se entregou à Polícia e admitiu ter matado Daniel. Ele afirmou que
encontrou o jogador em seu quarto tentando estuprar sua esposa. Cristiana e
Allana também foram detidas para averiguações. Com o testemunho do
empresário, a dúvida começa a invadir a mente do público: Será que isso foi uma
crueldade, tratando-se das circunstâncias? Será que é verdade ou foi uma crise de
ciúme que resultou numa brutalidade?
O superintendente da Polícia Civil de Curitiba, Edimilson Pereira, disse que o crime
foi praticado por raiva e afirmou que as investigações estavam avançadas. O corpo
de Daniel foi velado no dia 31 de outubo em Conselheiro Lafaiete, em Minas
Gerais. No mesmo dia, uma testemunha disse que o jogador foi espancado antes
de morrer.
Atualmente, o caso continua em investigação, pois testemunhas relataram
ameaças recebidas e outros foram presas por falso testemunho. A polícia elega
que o caso é problemático e que há muitas coisas que não se encaixam “Pode ser
considerado homicídio qualificado. A Família Brittes também inventou uma
história e depois mudarou a versão. Houve coação de testemunhas em um
shopping. Tentaram fraudar o processo investigativo com coação de
testemunhas”, diz Amadeu Trevisan, delegado responsável pelo caso.
Fonte: Revista Veja