O jogador Daniel Corrêa foi encontrado morto próximo à
cidade de São José dos Pinhais, interior do Paraná, no dia 28 de outubro. O
corpo do atleta de 24 anos, com passagens por Cruzeiro, Botafogo, São Paulo e
Coritiba, estava com o pescoço degolado e o órgão sexual decepado. O empresário
Edison Brittes, conhecido como “Juninho Riqueza” assumiu a autoria do
assassinato, mas advogados do jogador e da família Brittes apresentam versões
diferentes para o crime.
O jogador emprestado ao São Bento, de Sorocaba, Daniel
Corrêa foi à festa de aniversário de 18 anos de Allana Brittes, na boate Shed,
em Curitiba. A comemoração, segundo a Polícia Civil, custou mais de 30.000
reais. Após a festa, Daniel foi convidado para a casa da família Brittes, onde
a festa continuou. Ele enviou fotos e áudios a um amigo, onde deu a entender
que teve relações sexuais com Cristiana Brittes, mãe de Allana e esposa de
Edison .O corpo de Daniel foi encontrado em um campo aberto de São José dos
Pinhais, próximo à Curitiba, com o pescoço degolado e o pênis decepado.
Um caso como esse gera questões que não conseguem a chegar a
uma conclusão. Amor? Ciúmes? Provocação? A cada dia que passa uma nova testemunha
surge ou um suspeito é indiciado. É como se cada um tivesse uma perspectiva diferente
do falecido jogador e quisesse demonstrar justificativas ao ocorrido. Seria uma
forma banal de transmitir sentimentos vingativos ? É possível, mas independente
da verdade, é um crime que merece uma justificativa para promover a paz de espirito para o
jogador.
Fontes: Veja.com
G1.com
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