quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Jair Bolsonaro e um futuro governo marcado pela misoginia

O ano de 2018 está sendo marcado pela eleição presidencial. De um lado o candidato Fernando Haddad aliado ao posicionamento político de esquerda e de outro Jair Bolsonaro aliado a direita. E foi a própria direita, que defende propostas conservadoras, que se saiu como vitoriosa. Como seus ideais são completamente diferentes, a disputa tornou-se bastante agressiva. Os antifascistas não aceitam o fato de um pró-fascista ocupar o cargo presidencial e vice-versa.
Enquanto as eleições ocorriam, as notícias desfavoráveis de ambos os lados surgiam.  É claro que junto a elas, as fake news espalhavam-se facilmente. Como grande parte dos brasileiros não possuem estudo, ou seja, critério avaliativo suficiente para distinguir uma noticia falsa de uma verdadeira, torna-se fácil disseminar uma noticia falsa.
Houve uma enxurrada de notícias verdadeiras e outras falsas sobre o atual presidente do Brasil. Foi acusado de corrupção, mais precisamente de caixa 2 em sua campanha. A denúncia sustentava a afirmação de que um grupo de empresários apoiadores do Bolsonaro, financiavam o envio em massa de mensagens falsas via WhatsApp.
Não houve provas concretas sobre o ocorrido e o candidato nem foi a júri. Isso tanto pode ser uma fake news quanto uma notícia verdadeira, mas nada foi comprovado. É claro que isso deixou uma grande interrogação nos cidadãos por ser algo completamente ilegal. Para completar, além dessa acusação e outras mais, o candidato ainda carrega a fama de misógino.
Tudo começou com uma discussão com a deputada federal Maria do Rosário. Jair Bolsonaro agrediu verbalmente afirmando que se fosse um estuprador não iria estupra-lá. Mas além disso, o candidato declarou em uma entrevista que possui cinco filhos, mas que fraquejou por ter uma menina no meio de quatro homens.    

Devido a esses e muitos outros fatos, o candidato deixou claro sua preferência pelo sexo masculino. Descartando por completo o valor da mulher. Isso provoca medo, apreensão e a dúvida de como será a gestão do atual presidente. Será que as mulheres serão igualmente beneficiadas como os homens? Infelizmente o que nos resta é só o beneficio da dúvida. 




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