O Jogador Daniel Corrêa foi assassinado
no dia 27 de outubro próximo a cidade de São José dos Pinhais, no interior do
Paraná, próximo a Curitiba, com o pescoço degolado e o órgão genital decepado. O atleta teve passagem pelo Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Coritiba.
O acusado do assassinato é o
empresário Edison Brittes, mais conhecido como “Juninho Riqueza”, ele é
apontado como o mandante do crime. A polícia investiga se há outras pessoas
envolvidas no assassinato além dos três adolescentes que estavam na casa durante
o ocorrido. Edison assumiu a autoria do assassinato, mas os advogados da família
apresentaram fatos diferentes do crime.
Segundo informações da polícia,
Daniel foi ao aniversário de Allana Brittes, filha do empresário, que ocorreu no dia 27 de outubro. O aniversário aconteceu na boate Shed em
Curitiba. Após a festa, o jogador
emprestado ao São Bento, de Sorocaba, foi convidado para ir até a casa da
família, para uma suposta continuação da festa. Daniel enviou fotos e áudios
para um amigo, que deu a entender que o atleta teve relações sexuais com
Cristiana Brittes, esposa de Edison e mãe de Allana. De acordo com a polícia, o
crime foi motivado por raiva e o caso já está próximo de ser solucionado.
Em primeiro de novembro, Edison Brittes
se entregou a polícia admitindo que assassinou o jogador, afirmando que o atleta
estava tentando estuprar sua esposa. Segundo o delegado responsável pelo caso,
Amadeu Trevisan, afirmou que o empresário não agiu sozinho, reforçando que o assassino
está envolvido com o crime organizado, além de tentar combinar uma falsa versão
do ocorrido com os outros integrantes do crime para enganar a
polícia. No dia do velório do jogador, uma testemunha relatou que Daniel foi
espancado até a morte. O velório aconteceu em Conselheiro Lafaiete, Minas
gerais.
O questionamento que fica é qual
a necessidade para um ato tão perverso e macabro relacionado a este caso? É importante
perceber que o envolvimento do jogador com a família Brittes não é um
relacionamento de poucos dias e meses. Conversas em WhatsApp trocadas entre a
mãe do jogador e a filha do assassino revela uma intimidade entre as duas famílias.
O caso, aos olhos da polícia está quase solucionado, mas na realidade parece ser mais
complexo do que se imagina.
Fonte: Veja