O feminicídio é um terno usado para qualificar assassinatos de mulheres em razão do gênero, significando quando a vítima é morta por ser mulher. No ambiente nacional, a Lei do Feminicídio está em vigor desde 2015, mas o Brasil é o quinto país do mundo com maior número de mortes por gênero feminino. Exemplificando que a norma feita para proteger parte da população, não tem vigor nenhum perante a sociedade.
O número se assola ainda mais com os dados da Organização das Nações Unidas (ONU), que em 2017 tiveram 4.600 casos de feminicídio no Brasil. Neste ano, inúmeras reportagens em diferentes capitais mostraram que os casos ainda estão presentes na sociedade, como no estado do Pará que teve 39 casos até o mês de outubro.
Os casos mais notórios são de ex-companheiros que atacam as mulheres por não aceitarem o término de um relacionamento, deixando claro que a sociedade é construída pelo machismo, o qual observa a mulher como ser inferior e incapaz de estar em um nível superior ao do homem. Este pensamento arcaico permeia ao longo do tempo enraizado em cada geração, articulando o problema junto da criação e da educação.
De vital importância a conscientização da sociedade que observa o feminicídio como algo naturalizado no cotidiano e para romper com esta mentalidade é preciso desengatar o antifeminismo, que deixam as vítimas sem apoio, dando abertura para as estáticas só aumentem.
Fonte: https://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/entretenimento/2018/08/21/o-que-e-feminicidio-entenda-a-definicao-do-crime-que-mata-mulheres.htm
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