Sancionada em março de 2015, a lei do Feminicídio qualifica o assassinato quando a mulher é morta “simplesmente” por ser mulher. A criação dessa lei - classificada como crime hediondo, com pena mais alta - representa um avanço no combate a um problema tão grave que piora a cada ano. Segundo o Alto Comissariado das Nações Unidas, o Brasil está em 5º no raking dos países que mais matam mulheres – fica atrás de El Salvador, Colômbia, Guatemala e Rússia. Outra estatística alarmante e triste: de acordo com levantamento feito pelo G1, uma mulher é assassinada no Brasil a cada duas horas. A maioria dos assassinatos é motivado pela separação.
Essa lei, no entanto, não indica que toda mulher assassinada é vítima de Feminicídio. Para ser considerado como tal, o crime deve conter violência doméstica ou discriminação à condição de mulher, com a vítima tendo sido dominada ou humilhada.
Mas como combater o Feminicídio? O primeiro passo é conscientizar a população da gravidade desse crime e o papel que a mulher tem na sociedade. Ademais, muitas mulheres não denunciam a violência que sofrem por medo de serem ridicularizadas e expostas, dando abertura para que aquela violência se torne cada vez pior. É fundamental que a vítima seja respeitada e protegida. O papel da mídia, como formadora de opinião, também é importante.
A mulher é tratada com inferioridade desde os primórdios, com estereótipos dos mais variados. Hoje em dia, contudo, a mulher assumiu uma função de destaque, igualando ou, na maioria das vezes, superando o gênero masculino. O movimento feminista sempre se fez presente na sociedade e ganhou mais apelo a partir do momento em que as mulheres entenderam a força que têm no cotidiano, lutando pelos seus ideais.
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