Em crise, nós como seres humanos dependentes um do outro, reagimos de
acordo com a nossa sobrevivência. As eleições de 2018 trouxeram um novo modo de
ser político, nesse ano, a escolha era a volta de uma possível ditadura ou a
democracia. Foi uma disputa acirrada, extremos se enfrentaram e opiniões
escondidas finalmente vieram à tona. Preconceito e intolerância ainda estão em
alta, mas agora estamos em momento de repúdio as opiniões, já que a propagação
de ódio tornou-se um hábito entre a população.
Violência e mortes foram as principais manchetes desta eleição, sendo
verídicas ou não. Na madrugada de 8 de setembro, horas após a votação, Moa do
Katendê, de 63 anos, foi morto a facadas em Salvador. Segundo a polícia, Moa
teria criticado a campanha do Presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), gerando
desentendimento com o suspeito. Após o caso, Bolsonaro e Haddad fizeram apelo contra
a violência na campanha. O assassino Paulo Sérgio foi denunciado e virou réu, acusado de homicídio duplamente
qualificado, por motivo fútil e defesa da vítima. Mesmo com os depoimentos das
testemunhas, ele nega que a motivação do crime tenha sido política. Esse é um
dos muitos crimes que ocorreram durante as eleições de 2018.
No dia 6 de setembro, o presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) levou uma facada na região do abdômen quando era carregado nos ombros
durante um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). O agressor Adélio Oliveira
afirma que agiu por motivos religiosos, de cunho político. O futuro presidente
do Brasil ficou 25 dias internado e passou por 2 cirurgias. Impedido de
terminar sua campanha, ele reforçou suas postagens nas redes sociais e afirmou
que sua candidatura ainda estava firme.
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