No
último domingo (28), após encerrada a votação do segundo turno das eleições
presidenciais para saber quem seria o novo presidente da República, Jair
Bolsonaro acabou eleito com 55,13% dos votos. Ele assumirá o cargo no dia 1° de
janeiro de 2019. Em todo o processo eleitoral, o presidente eleito declarou
ser homofóbico, contra a licença maternidade e que as mulheres deveriam
ganhar menos que os homens por engravidarem, além de ofensas
a diversas classes.
As
eleições ficaram marcadas também pelas brigas políticas, passeatas, campanhas
nas redes como: #elenão e #elesim. Nas redes sociais, as opiniões se dividiam. Assim como foi durante todo o processo eleitoral, alguns comemorando e outros
declarando resistência ao vencedor. Em suas primeiras entrevistas, ele foi
criticado sobre tirar verbas públicas dos veículos de imprensa que se
comportaram de maneira “indigna”.
Após a vitória do candidato do PSOL, foi
notório a forma como ele fez dois discursos, empregando tons distintos a
públicos diferentes. No primeiro, falando pelo facebook a seus
seguidores, Bolsonaro manteve o tom agressivo contra a esquerda e a imprensa.
Já em seu outro discurso sobre a vitória, que foi veiculado por várias
emissoras de TV, ele adotou a retórica mais conciliadora. Em ambos falou sobre
governar com respeito à democracia e à Constituição.
Jair
Bolsonaro, em entrevista ao Jornal Nacional, falou que "chega de mentiras e chega
de Fake News", colocando a Folha de São Paulo à frente e dizendo que eles
reproduziam notícias falsas contra ele. Disse, também, que seu discurso foi inflamado,
mas que seria um desabafo sem não ofender a honra de ninguém, coisas que não
vimos quando falava em seus posts no twitter ou até mesmo na TV.
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