quarta-feira, 17 de outubro de 2018

Antipetismo x Antifascismo


Conforme o tempo passa podemos perceber que ao invés dos votos serem de apoio, são contra. Não há relevância nas propostas, só discurso de ódio em cima das falhas dos candidatos. É claro que nenhum deles irá agradar por completo, mas o cenário ideal é apoiarmos o que mais se enquadra em nossos propósitos e valores.
Nessas eleições de 2018 tornou-se fato não dar importância as afinidades ideológicas. No contexto do segundo turno, o cidadão está dividido entre antipetismo e antifascismo. De um lado o candidato Jair Bolsonaro pregando um discurso fascista e do outro o candidato Haddad que é apoiado pelo Partido dos Trabalhadores.
Essa divisão extrema da população causa revolta de ambos os lados. O antipetista, ao votar no candidato do PSL, abre portas para um regime político autoritário nacionalista. E o antifascista, ao votar no candidato do PT, permite que o partido permaneça por mais 4 anos. Vide a insatisfação da população e o declínio da economia, da saúde e da educação durante sua permanência.
Segundo o site BBC os votos nulos e brancos no primeiro turno somaram 8,79%. É válido ressaltar que essa prática ajuda quem está na frente da disputa. A mesma lógica vale para as abstenções. Mas especialistas afirmam que não necessariamente a tendência irá se repetir no segundo turno, porque o pleito deste ano é extremamente atípico.

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