Conforme o tempo passa podemos perceber que ao invés dos
votos serem de apoio, são contra. Não há relevância nas propostas, só discurso
de ódio em cima das falhas dos candidatos. É claro que nenhum deles irá agradar
por completo, mas o cenário ideal é apoiarmos o que mais se enquadra em nossos
propósitos e valores.
Nessas eleições de 2018 tornou-se fato não dar importância
as afinidades ideológicas. No contexto do segundo turno, o cidadão está
dividido entre antipetismo e antifascismo. De um lado o candidato Jair
Bolsonaro pregando um discurso fascista e do outro o candidato Haddad que é
apoiado pelo Partido dos Trabalhadores.
Essa divisão extrema da população causa revolta de ambos os
lados. O antipetista, ao votar no candidato do PSL, abre portas para um regime
político autoritário nacionalista. E o antifascista, ao votar no candidato do
PT, permite que o partido permaneça por mais 4 anos. Vide a insatisfação da
população e o declínio da economia, da saúde e da educação durante sua
permanência.
Segundo o site BBC os votos nulos e brancos no primeiro
turno somaram 8,79%. É válido ressaltar que essa prática ajuda quem está na
frente da disputa. A mesma lógica vale para as abstenções. Mas especialistas
afirmam que não necessariamente a tendência irá se repetir no segundo turno,
porque o pleito deste ano é extremamente atípico.
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